10 idéias fáceis de uso do instagram para bibliotecários

Você precisará de um telefone com câmera e internet (claramente do aplicativo instagram, que é gratuito, instalado no telefone). As ideias aqui, na verdade se aplicam a todas as bibliotecas, mas direcionado para a biblioteca escolar, visto que sei da existência de colegas que atuam em biblioteca escolar  promovendo atividades tão legais, mas não procuram dar visibilidade às mesmas, isto é triste porque poderiam seguir estimulando e motivando muitos outros tantos profissionais ao divulgar o trabalho na rede mundial de computadores.

Explore sua criatividade e habilidades para fazer gráficos, escrever textos, tirar fotografias. Se esforcem para fazer um trabalho legal. Bibliotecários podem fazer qualquer coisa quando se dedicam a isso!

 Cada post do Instagram pode ser postado na conta do Twitter, Facebook, Flickr, Tumblr, caso a biblioteca também tenha conta/ perfil nessas ferramentas.

bookselfie-flickr

Mas qual será o foco das minhas postagens?

Calma, aqui estão algumas sugestões do que pode ser postado. Lembre-se que seu foco será na grande maioria das vezes as temáticas: biblioteca, livro e informação. Seguem:

  • Mostrar as novas aquisições da biblioteca;
  • Fotos de exposições e atividades que a biblioteca organiza ou participa.
  • Divulgar livros mais lidos ou mais procurados;
  • Promoção projetos  –  Tem uma ótima história para contar? Quer divulgar um evento? Tem algo inovador na biblioteca? Uma área de Makerspace? Que tal um encontro com o escritor? Promova ou compartilhar esse programa usando o Instagram. Os eventos se tornam motivo de diversão desde o momento de divulgação.

Makerspace é um espaço comunitário equipado com ferramentas para a criação de projetos e trabalhos. Estes espaços para além de disponibilizarem o acesso a tecnologias e ferramentas, potenciam também a partilha de conhecimento e criação de sinergias, com foco na criatividade e inovação. 

Por fim, conforme prometido, aqui estão as 10 ideias:

Basicamente, a chave do sucesso estará no uso de # (hashtags), isto pode parecer óbvio, mas não custa nada repetir. Vamos lá, algumas dicas que poderão ajudá-l@s na hora de criar uma nova conta  para sua biblioteca: 

  1. Mini visita virtual da sua biblioteca e seus recursos. Seja criativo, faça os vídeos curtos de até 60 segundos. Para ficar mais interessante, adicione música, use ângulos interessantes e mostre a sinalização ou sobreponha textos.
  2.  Vídeos –  utilize o aplicativo Flipagram é um ótimo aplicativo de edição de vídeo que permite que você inclua desenhos animados, texto sobrepostos, adesivos e músicas populares e
  3. Promoção do livro – Publique videos de até 60 segundos, você pode facilmente criar promoções de livros atraentes ou mini-anúncios de livros usando o Instagram. Considere o tema, a configuração ou os caracteres de um livro e crie um quadro para uma sessão de fotos. As promoções de livros de vídeo podem ser encenadas como mini-comerciais, trailers ou como palestras de livros. Considere levar alguns livros favoritos em uma viagem e faça fotos deles fora da biblioteca.
  4. Exibição interativa – Use um canto da biblioteca e deixe post-it .Faça com que os pequenos escrevam uma nota rápida sobre o que eles gostaram sobre o livro e coloquem para que outras crianças o leiam. Poste no Instagram uma foto dessa nota para a posteridade e para que outros pequenos digitais possam vê-la.
  5. Capture a leitura – Tire uma foto dos usuários e pergunte se está tudo bem postar no Instagram. OU, peça para pousarem.  Capture momentos de leitura por prazer, ou relaxamento.
  6. #shelfies (prateleiras/estante) – Como uma selfie, mas com um livro. Peça aos usuários que  segurem o livro que acabaram de emprestar ou que estão devolvendo a biblioteca, eles são chamados de shelfies. Certamente se o seu público é de adolescentes a maioria vai  adorar exibir o livro mais recente e até mesmo querer ser marcado na foto! 
  7. #bookface – capas de livros que apresentam rostos ou parte de rostos, ou costas, ou pernas, ou braços são ótimos para segurar e levar para o que agora é chamado de uma imagem #BookFace. Mistura parte do corpo da pessoa com a arte da capa.
  8. #livrosdevolvidos – Empilhe os livros mais populares que foram devolvidos no dia e tire uma foto, sugerindo-os como leitura para os seguidores.
  9. Concursos – Realize um concurso com a comunidade! Dá uma oportunidade para as pessoas entrarem em contato, responderem a perguntas e interagirem com a biblioteca.
  10. #tbt  – Tbt significa throwback thursday, ou quinta-feira do retorno/regresso. Semanalmente você pode postar fotos de anos anteriores, seja das ações ou fatos interessantes da biblioteca.

 

 

 

Leia estas orientações para tirar as fotografias e evitar possíveis repercussões negativas

Este tema pode parecer um pouco complexo demais, mas não conhecê-lo pode acarretar em problemas sérios para sua fotografia. Com o crescimento da internet fica muito fácil cometer algum deslize jurídico mesmo sem esta intenção, o que pode custar muito caro para sua carreira e bolso.

  • Entre direitos e deveres do fotógrafo e do indivíduo capturado nas imagens, vale ressaltar a importância da leitura.
  • Como sempre, o dialogo é a melhor saída para evitar desentendimentos e brigas judiciais sérias e não custa nada informar-se mais a fundo sobre este tema e garantir seus direitos e deveres, não é mesmo?
  • Quando o  seu público de usuários for crianças ou menores de idade, informe aos pais que trata-se de uma fotografia ou um projeto da biblioteca e a peça autorização para utilização da imagem  e esclareça as formas e locais de exposição, distribuição.

 

Deixe o seu comentário sobre este artigo ou esclareça mais alguns pontos sobre direitos autorais e de imagem no campo de comentários abaixo. Será incrível ter a sua contribuição para enriquecer ainda mais este conteúdo.

 


Política de comentários:

  1. Seja respeitoso e não ataque o autor, as pessoas mencionadas no artigo ou outros comentaristas. Aceite a ideia, não o mensageiro.
  2. Não use linguagem obscena, profana ou vulgar.
  3. Foque na questão. Os comentários que se desviarem do tópico em questão podem ser excluídos.
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Brasileiros incrementam a compra de livros usados

Livros e automóveis são os produtos usados mais adquiridos nos últimos 12 meses, revela estudo da CNDL/SPC Brasil de setembro

livros-usados

Com a economia em processo de recuperação, o mercado de produtos usados pode ser a oportunidade para quem planeja economizar na hora das compras e também para os que desejam se desfazer de objetos pessoais e ainda lucrar com isso.

O ranking de objetos usados mais adquiridos ao longo dos últimos 12 meses é encabeçado pelos:

  1. livros (54%)

  2. automóveis e motos (43%)

  3.  eletrônicos (38%)

  4.  móveis (38%),

  5. smartphones (36%)

  6. eletrodomésticos (36%)

diminuir gastos e poupar é um dos objetivos da maioria das pessoas que optam pela aquisição de produtos usados.

Causas e crenças

  • A maioria dos entrevistados acredita que, para determinados itens comprados nos últimos 12 meses, não é preciso comprar um produto novo para estar satisfeito com o seu uso.
  • Entre os entrevistados que compraram algum livro nesse período, 76% acreditam que vale mais a pena adquirir um exemplar usado do que um novo.
  • 65% calcularam o tamanho da economia de dinheiro com compra e venda de usados e 92% acham que atitude é vantajosa financeiramente.

Na avaliação do educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, o mercado de usados vem ganhando cada vez mais espaço graças aos marketplaces, que são comunidades ou plataformas online de compra e venda que concentram diversas lojas e marcas em um mesmo local.

A pesquisa

A pesquisa ouviu 824 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais do país e acima de 18 anos. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

via Brasileiros incrementam a compra de livros usados


Link para acessar a pesquisa completa:

https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/pesquisas/filtro/busca/livro


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Drag queen na biblioteca: seria possível aqui no Brasil?

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Imaginem o seguinte cenário: Uma fila de meninas e meninos, muitos vestidos com trajes de princesa ou fada e espremidos na Galeria de Arte da biblioteca, gritaram de volta em concordância. Do lado de fora da galeria, mais de cem pais e apoiadores que não conseguiam se encaixar no espaço esperavam.

Foi exatamente assim que aconteceu, tudo isto para participarem da Drag Queen Kids Party na Biblioteca Pública de Olean (cidade localizada no Estado americano de Nova Iorque, no Condado de Cattaraugus).

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Flo Leeta (@floleeta) animou parte da festa da biblioteca  por quase duas horas. Ela leu dois livros e dublou  “Let It Go” da Disney “Frozen”, e também “Cover Girl” de RuPaul. Ela então fez uma breve apresentação sobre gênero, durante a qual ela passou por um pouco da história feminina, e moda masculina e tentou explicar conceitos como fluidez de gênero.

“Você sabe como a água se move e não é uma forma? É assim que algumas pessoas são ”, disse ela, diante de uma projeção colorida de“ The Gender Spectrum ”.

O evento foi parte dos esforços da biblioteca para destacar o Pride Month para a comunidade lésbica, gay, bissexual, transexual e gay. Flo Leeta respondeu a perguntas tão simples quanto o tempo que levou para fazer sua maquiagem – duas horas e meia – e tão complexo quanto explicar o que é um bioqueen – uma drag queen que é uma mulher, que é diferente de um homem que retrata uma mulher como uma drag queen tradicional.

“Foi exatamente como em nossos sonhos”

Fala da a diretora da Olean Public Library, Michelle La Voie se referindo ao apoio da comunidade.

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Planejamento e gerenciamento de crise

Durante duas semanas antes do evento, a equipe da biblioteca recebeu muitos comentários negativos on-line, pelo telefone e pessoalmente. Eles também foram informados de que haveria um protesto no evento, que deveria incluir neonazistas – embora nenhum tenha aparecido na quarta-feira.

La Voie disse que ela e outros funcionários da biblioteca ficaram inicialmente muito desapontados com a negatividade em torno de sua decisão de sediar um evento de drag queen direcionado a crianças, e ela estava nervosa com o fato de as coisas ficarem fora de controle.

Mas sua atitude foi revirada pelas dezenas e dezenas de apoiadores que apareceram e pelos aplausos das crianças quando Flo Leeta perguntou se queriam que ela voltasse. “Não é como se minha fé fosse restaurada – é como se eu tivesse uma visão totalmente diferente dessa comunidade”, disse ela.

Aqueles que vinham como apoiadores – que ficavam em frente ao prédio três horas antes do evento – conversavam entre si enquanto usavam coisas como pinturas de arco-íris no rosto e alfinetes e camisetas pró-LGBTQ.

“Eu tenho duas mães e arrasto, e para mim é uma coisa enorme para alguém entrar na minha vida e dizer que está errado. Porque não é – é assim que vivemos nossas vidas ”.

SaJean Webb, 17 anos, saiu com sua família de Wellsville para apoiar a biblioteca depois de saber que haveria protestos. Informou ainda que estava feliz em ver a biblioteca realizar um evento especificamente para crianças com informações positivas sobre a comunidade LGBTQ.

Segurança

Embora um líder da Pensilvânia do National Socialist Movement tenha declarado publicamente que a organização estaria no evento, eles não compareceram. Autoridades policiais e de bibliotecas também disseram que não viram manifestantes do grupo neonazista na biblioteca na quarta-feira.

Os protestos permaneceram pacíficos, o que La Voie atribuiu à forte presença de policiais e simpatizantes. Cerca de oito policiais oleanos estavam presentes, incluindo o chefe de polícia Olean, Jeff Rowley, e um oficial da Polícia do Estado de Nova York.

No canto noroeste da biblioteca, do outro lado do estacionamento, de partidários, um grupo de menos de 10 manifestantes se reuniu com cartazes que incluíam declarações como:

“Deixe nossas crianças em paz!” E “Mantenha as crianças inocentes”. –

O manifestante Jonathan Smith, de Olean, questionou por que Flo Leeta estava aparecendo em seu traje de performance e não como um artista masculino Benjamin Berry, que traz o personagem à vida . Smith escreveu uma carta ao editor do Olean Times Herald contra o evento de leitura da drag queen na biblioteca, e disse que ele era especificamente contra uma organização financiada por fundos públicos que a hospedava.

“Se você quiser ler um livro de histórias para crianças, venha e faça”, disse ele no protesto. “Mas ele está sendo político como uma drag queen e isso já é uma coisa sexual, então isso adiciona um sabor sexual ao conceito de leitura de livros de histórias.”

 


Algumas considerações

Penso que a ideia é positiva no ponto de vista de trabalhar questões da bibliodiversidade, diversidade cultural e questões de gênero bem como o respeito ao próximo. Somado a isto, é super válido porque permite explorar o potencial artístico das dragqueens. Eu não consigo concordar com os posicionamentos que pude ler em algumas matérias que explicitavam que este tipo de atividade possui a  intenção de sexualizar e principalmente homossexualizar a sociedade.

Diante desta matéria gostaria de saber de vocês como leitor, como usuário de bibliotecas, como bibliotecários ou gestores de salas de leituras, projetos de promoção da leitura ou similares, o que pensam a respeito? Já li sobre casos do tipo nos Estados Unidos e na Suécia, mas nenhum caso brasileiro ou na região da América Latina e Caribe. Caso conheçam, por favor, compartilhem. 

Acreditam que esta prática poderia ser viabilizada? Gostaria muito de saber a opinião de vocês. 

 

Fonte inspiradora deste post: 

 

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Você trabalha em biblioteca escolar? Conheça o “Leitômetro”, uma proposta para estimular a leitura dos usuários de forma divertida.

 

 

 

Certamente a biblioteca escolar pode expandir sua atuação e ir para as sala de aula, transformando o espaço de ensino e aprendizagem ainda mais alegre e motivador. Esta ação favorece a aproximação dos alunos leitores (e dos não leitores também). Você, colega bibliotecário, poderá promover esta ação no próprio espaço da biblioteca ou em parceria com os professores.

Esta atividade pode ser recomendada para as séries iniciais, especialmente escolas com séries iniciais.

Como realizar a atividade

  1. Primeiramente, certifique-se de selecionar livros que sejam suficientemente atrativos e simples para estimular que sigam lendo: histórias, livros de enigmas e poesia, quadrinhos, enciclopédias para crianças, etc.
  2. Peça ao professor que identifique um canto na sala e que esteja arcado com cartaz alusivo ao leitômetro.
  3. Um dia por semana será estabelecido para a mudança de livro com cartaz informativo e visível colocado nesse espaço.
  4. Os empréstimos de livros semanais serão feitos para os alunos lerem em casa. Mas ainda pode ser solicitado ao professor que permita aos alunos realizarem a leitura em seu tempo livre na sala de aula, uma vez que tenham terminado o dever de casa.
  5. Cada aluno manterá um registro dos livros lidos em seu cadastro individual de usuário da biblioteca além do registro no leitômetro ou  para gamificar mais ainda, pode ser feito o passaporte da leitura.
  6. Cada aluno recebeu o seu Passaporte da Leitura, coloca a sua foto e seus dados pessoais na folha de identificação e recebem seus vistos de viagens pelo mundo da leitura e imaginação sempre que finalizar uma leitura.
  7. Pode ser coordenado com o professor o pedido aos alunos, que em algum dia da semana possam contar oralmente o conteúdo e/ou expressar sua opinião obre o livro, usando algum tipo de código (exemplo: estrelinhas).
  8. Como incentivo, a biblioteca poderá emitir ” diplomas para os melhores leitores” por bimestre, semestre ou conforme o projeto pedagógico.

file  Clique aqui para baixar e imprimir os materiais de apoio da atividade proposta

file Aqui tem os cartazes com as normas do leitômetro

Lembrando que aqui são sugestões, vocês podem e devem adaptar à realidade na qual atuam. Espero que possam por em prática. Eu ficaria muito contente em saber se puderam executar ou se já executam. Comentem e podem enviar fotos para o meu e-mail também.

 

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Conselhos de branding para bibliotecários: dicas para criar a sua marca pessoal

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Que o marketing se aplica a todos os lugares, isto ninguém duvida. Inclusive para nós como bibliotecários, ele pode ser muito útil para nos projetarmos no mercado de trabalho. Pensando nisto, hoje trago algumas ideias sobre uma ação de marketing que pode ser utilizada a nosso favor, o branding: uma ação de marketing. Segundo os profissionais do marketing, o brand/branding seria:

Uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização.

É possível que já tenhamos nos deparados com algumas das situações a seguir:

  1.  O mercado de trabalho ainda não sabe quem eu sou ou o que eu faço;
  2.  Ingressei no mercado de trabalho, mas ainda não possuo um posicionamento concreto dentro dele e tenho a sensação de estar “perdido” na carreira;
  3. Conheço o meu potencial e habilidades, mas ainda não aprendi a mostrar para o mercado como sou diferente dos demais profissionais na minha área.

“Quem não é visto,não é lembrado” (ditado popular)

Estou certo? Isto tem a ver com branding que é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca (eu) importo e fazer com que um potencial consumidor me perceba enquanto profissional como a única solução para o que ele busca e principalmente atrair esses consumidores para mim. Note: tem a ver com percepção. Lembram daquele ditado “Quem não é visto,não é lembrado”? Faz muito sentido aqui. Pensando nisto, sugiro que mostrem o seu valor como profissional bibliotecário. Mas é preciso que você não se esconda dentro de uma biblioteca ou atrás do balcão de referência. Considere investir tempo (E talvez algum recurso) para criar a sua presença digital, o seu desenvolvimento pessoal e sua rede de relacionamentos.

As três facetas da marca pessoal do bibliotecário são o nível de educação, competências e interesses. O gráfico a seguir ilustra a importância dessas três facetas essenciais na modelagem das características do bibliotecário como uma profissão significativa para os usuários e para a sociedade.

Quadro branding pessoal para bibliotecários

Fonte: Adaptado de BAHARUDDIN; KASSIM (2014)

amor-pela-biblioteconomia2
O amor é um elemento importante nesta equação de marca pessoal. É sobre estar
amando a si mesmo … amando os outros e amando o que faz. ” (RAMPARSAD, 2008, p.34, tradução nossa)

 

Como criar a sua marca? Que conselho de branding você sugere? 

 

Quem é você?

Primeiro, pense em como você quer ser percebido e onde você quer ir com sua carreira. Eu acredito e o que gosto de vender é: “Eu sou bibliotecário e sou a pessoa que sabe onde está a informação”. Podemos criar um estereótipo positivo, com algumas personalizações. Pense em que você pode ser útil ao outro. Quais são as habilidades que você tem e que pode contribuir para solucionar o problema do próximo.

Tenha boas ideias e atitudes positivas

Faça o que você é bom! Não adianta querer fazer isto ou aquilo pensando apenas na rentabilidade da coisa. Concentre-se em seus talentos e no que você gosta. Só é feliz quem faz o que gosta.  O sucesso de sua marca pessoal expressa seus pontos fortes. Invista em potencializá-lo, estimule criação de novas ideias a partir do pensamento e atitude positiva. Você atrairá muita coisa boa.

Seja foda no que você faz

Normalmente é usada a expressão: “seja bom no que faz” mas não teria a mesma expressividade que quero neste momento. Está intimamente ligado ao tópico anterior. Isto poque se você segue investindo em aperfeiçoamento profissional, com o passar do tempo, à medida que apresenta excelente trabalho,  ganhará uma reputação por fornecer um excelente serviço, a notícia se espalhará e essa boa reputação encorajará outros a buscar por você e a usar os seus serviços.

Conheça o seu público

Você é visto por públicos distintos e que podem ter mensagens diferentes de como você se apresenta. Normalmente minha marca como bibliotecário será reconhecida e usada por estudantes, instrutores, pesquisadores, docentes, colegas, gestores de biblioteca e talvez outras pessoas.  Não seja uma boa ideia mostrar um rosto diferente para cada público, no entanto, considere adequar a mensagem que você deseja enviar a cada grupo e como essas mensagens podem se complementar. 

Cuide da sua apresentação pessoal

O aumento de sua confiança é o que a marca pessoal pode fazer. No trabalho, eles são a marca e sua aparência é o seu logotipo pessoal. Além disso, a marca pessoal pode aumentar a visibilidade do bibliotecário. Para aumentar sua visibilidade, experimente usar algo com cores vivas.

Tenha um Site/Blog/Portfólio

Construa relacionamentos virtuais. Para ser visto e  “recuperável” pelo Google. Possíveis empregadores irão pesquisar lá.  É mais prático buscar na internet referências sobre o que buscamos. Se temos um bom posicionamento online fica fácil despertar interesse para que nos busquem pra  conversar e  encontramos pessoalmente. Considere criar um perfil no Linkedin, um site, blog, instagram profissional e informe o que você pode fazer.

Pesquise por si mesmo no Google com frequência

No modo anônimo (ou como visitante, dependendo do seu navegador) busque pelo seu nome e veja se você aparece e como aparece. Ora, se não aparece nada, pode ser preocupante pois se eu não possuo meu nome no Google, estou perdendo oportunidades. Os dias das primeiras impressões que começam com um aperto de mão acabaram e agora a pesquisa do Google costuma ser o primeiro lugar em que as pessoas procuram informações publicadas sobre você. Leia mais ou busque ajuda profissional para orientá-lo quanto ao Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca).

Seja oferecido!

Não menospreze o trabalho voluntário. Nele, embora não seja uma parceria que envolva troca financeira, pode ser uma porta para futuros clientes e ainda para aumentar sua rede de contatos. Se ofereça para fazer palestras, treinamentos, organizar acervos pequenos de igrejas, associações de bairro, etc.

Se você está formado há algum tempo e não consegue se inserir no mercado de trabalho, crie a oportunidade. Seja através de empreendedorismo, ou quem sabe desenvolvendo um trabalho voluntário, ou ganhando um pouco menos, pode ser altamente estratégico –  pense a longo prazo.

Lembre-se duas coisas: 1)As vezes é preciso perder para ganhar. 2) Estabelecer uma reputação consistente não acontece rapidamente. Logo, você precisa estar fazendo suas próprias oportunidades.


gratidão ao universo - bibliotecário - manaus

Quando os bibliotecários não parecem proativos, eles inadvertidamente retratam uma imagem que pode prejudicar sua própria capacidade de relevância. Na pior das hipóteses, um bibliotecário de referência passivo ou conservador pode ser visto como aquele que desempenha pouco mais que os deveres administrativos. Ou ainda uma considerado exigente e ligado a regras. Certamente não é isso que queremos, não é mesmo? Então seguindo o estilo de vida da colega, também bibliotecária Katty Anne Nunes “Thi, fala para o universo que ele te devolve”. Vamos mentalizar o estereótipo com efeito positivo (E que já existe na mente de algumas pessoas):

 Bibliotecários também são prestativos, atenciosos e inteligentes.

 

Espero que as dicas tenham sido válidas a vocês e que possam aplicá-las para a construção da marca pessoal como profissional.  Estejam certos de que esta é uma tentativa  importante de gerenciar ou controlar o que as pessoas pensam de nós bibliotecários e ampliar os traços positivos. Mando boas vibrações a vocês. Se quiserem compartilhar a experiência pessoal de vocês, deixe seu comentário. Ficarei contente em ler e trocar ideias.

 

Referências
RAMPERSAD, Hubert K.. A new blueprint for authentic and successful personal branding. Performance Improvement, Estados Unidos da América, v. 6, n. 47, p.34-37, 11 abr. 2008. Disponível em: <https://doi.org/10.1002/pfi.20007&gt;. Acesso em: 04 abr. 2018.
BAHARUDDIN, Mohammad Fazli; KASSIM, Norliya Ahmad. Conceptualizing Personal Branding for Librarians. In: VISION 2020: SUSTAINABLE GROWTH, ECONOMIC DEVELOPMENT, AND GLOBAL COMPETITIVENESS, 23., 2014, Valencia (Espanha). Conference Paper. Valencia (Espanha): Ibma, 2015. p. 38 – 44. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/281481121&gt;. Acesso em: 04 abr. 2018.

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Um rápido resumo para você saber o que aconteceu no XX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias

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O 20º Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU), que aconteceu em Salvador/BA de 15 a 20 de Abril, contou com a presença de inúmeros profissionais que estiveram ali para discutir  e debater sobre sobre o tema “O Futuro da Biblioteca Universitária na perspectiva do Ensino, Inovação, Criação, Pesquisa e Extensão”. 

Este evento se consolidou há quatro décadas (1978) como referencial na temática e ocorre a cada dois anos e possibilita o intercâmbio de conhecimento e aproximação de profissionais dos diversos estados do Brasil. Senti falta de espaços formais para o debate, e isto mostra que o método de disseminação 1 para muitos não é mais  tão efetivo nos dias de hoje. Nota-se a necessidade de repensar a metodologia deste Seminário e inserir metodologia dialógica na dinâmica dos trabalhos.

A seguir, algumas considerações (muito  pessoais) sobre o XX SNBU:

  1. A possibilidade de reencontrar amigos e conhecer gente nova nos corredores e durante os almoços foi extremamente sensacional para aprender coisas novas, saber o que estão desenvolvendo em suas instituições e estabelecer projetos futuros. Destaco isto porque houve muitos trabalhos com enfoque demasiado acadêmico e teórico;repositório
  2. Resumo do congresso e o futuro da Biblioteconomia em uma palavra: repositórios. Aspectos de digitalização e gestão das coleções digitais (sobretudo sobre o autoarquivamento). O que é bom, está ficando uma prática consolidada e podemos perceber quais os pontos fortes e as debilidades para a implantação nas instituições. Cada um com a sua particularidade, obviamente e todos aprendendo coletivamente;bia-foto-PUC-RIO-bibliotecária-virtual
  3. Outro aspecto bastante apresentado foi as tecnologias mediando os serviços. Aplicação de ferramentas que auxiliam o serviço de referência virtual. Esta parte acompanhei mais de perto sobretudo porque é algo que me encanta: o uso de mídias sociais em bibliotecas não apenas como um mural informativo mas como serviço. Teve ainda aplicações de  chatbot para o auxílio de dúvidas sobre as normas da ABNT e  e a assistente virtual BIA – Bibliotecária Interativa Automazida das Bibliotecas da PUC-Riobibliotecário-educador
  4. Bibliotecários como educadores e colaboradores para fomentar a competência em pesquisa. Nisto, considera-se as bibliotecas como espaço para descobrir, usar e criar coisas. Facilitando o acesso às diversas fontes internas e externas de informação disponíveis.
  5. A Agenda 2030 é o foco do momento, com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas 169 metas que compreendem os aspectos econômico, social e ambiental. Nós bibliotecários nos enquadramos perfeitamente no objetivo 16.10 que é referente à capacidade de usar a informação e pensar em aspectos de preservação da mesma para ser acessada no futuro. E nisto se aplica pensar e promover conteúdos acessíveis para que ocorra de fato a democratização do acesso a informação que ainda deixa muitos à margem, logo, acessibilidade não deve ser resumida à adequação do espaço físico mas considerar materiais assistivos.objetivos_agenda2030-port
  6. Bibliotecários amam brides e disputam loucamente por eles. A estratégia dos estandes funcionaram bem, sobretudo para o sorteio de ursinhos, o destaque da vez foi famoso ursinho Bê da Biccateca que causou euforia nos que estavam presentes. benosnbu.png

 

Estas foram as percepções, isto posto é muito importante entender que as bibliotecas universitárias precisam ser formadas por equipes multidisciplinares para que possam desbravar as opções que têm potencial para desenvolver, reinventando-se constantemente. Inovando enquanto serviços dinâmicos e não mais focada no espaço físico.

 

 

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Implementação e fortalecimento da biblioteca escolar. Pela qualidade educacional. Orientações gerais

A biblioteca escolar tornou-se o ambiente educacional onde leitura, escrita, oralidade, mídia e tecnologias de informação e comunicação ganham vida através de práticas pedagógicas, projetadas, conduzidas e encorajadas por professores bibliotecários*. Tendo em conta este princípio, é a biblioteca da escola um aliado transcendente das políticas de qualidade da educação, que é por isso que é esperado que até 2018, pelo menos 40% dos estabelecimentos de ensino que prestam serviços para níveis de ensino, conte com ela Para alcançar este objetivo, o Plano Nacional de Leitura e Escrita, Ministério da Educação Nacional da Colômbia, apresenta este documento, diretrizes gerais para a implementação, consolidação e fortalecimento da biblioteca escolar, sob uma visão flexível.

Esta publicação tem como objetivo descrever as possibilidades e modelos desses cenários educacionais e propõe linhas, a partir de uma perspectiva flexível, adaptável a todas as realidades. É, ao mesmo tempo, um convite para decidir e projetar, ou avançar, no processo de constituição, consolidação e melhoria contínua das bibliotecas escolares. Sua implementação é uma decisão autônoma, mas apenas aqueles que sabem sobre seu impacto na aprendizagem, sobre a ressignificação da leitura pelos alunos, sobre o aprendizado de novas formas, meios e formas de acessar informações, o que é essencial para consolidar esse cenário pedagógico na instituição de ensino.

*Professor bibliotecário – é uma designação comum na Argentina, Colômbia, Portugal e Venezuela. Acredito que no Brasil, seria um bibliotecário que atua ou que tenha especialização em biblioteca escolar. Os professores bibliotecários asseguram na escola, o funcionamento e gestão das bibliotecas, as atividades de articulação com o currículo, de desenvolvimento das literacias e de formação de leitores.

Universo Abierto

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Implementación y fortalecimiento de la biblioteca escolar. Por la calidad educativa. Orientaciones generales. [e-Book]  Bogotá, Ministerio de Educación de Colombia, 2016

Texto completo

La biblioteca escolar se ha convertido en el escenario educativo donde la lectura, la escritura, la oralidad, los medios y las tecnologías de la información y la comunicación toman vida a través de prácticas pedagógicas, diseñadas, lideradas y dinamizadas por los docentes bibliotecarios. Teniendo en cuenta este principio, es la biblioteca escolar una aliada trascendente de las políticas de calidad educativa, motivo por el cual se espera que para el año 2018, al menos el 40% de los establecimientos educativos que prestan sus servicios por grados y niveles, cuenten con ella. Para lograr este propósito, el Plan Nacional de Lectura y Escritura, Ministerio de Educación Nacional de Colombia,  presenta este documento, orientaciones generales para la implementación, consolidación y fortalecimiento de la biblioteca escolar, bajo una mirada…

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3 motivos pelos quais a universalização da biblioteca escolar não está funcionando

Proposta de biblioteca escolar

PROPUESTA – biblioteca escolar. Fotografia de Carolina Bacigalupe. 2007. 1 fotografia, color. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2018.

2020 está chegando e com ele esperamos que os gestores públicos se sensibilizem com a causa. Estou falando: da lei 12.244/2010 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País. Um aspecto que tem chamado a atenção é o fato de que esta lei determina um prazo de dez anos para que as escolas se adequem as exigências, mas não relatam o que irá acontecer a quem ignorar tais determinações. Afinal de contas, faltam apenas dois anos.

Art. 2o  Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.

Segundo Bernadete Campello (2012) a publicação da Lei n. 12.244/2010 foi resultado de um esforço da classe bibliotecária que, há longo tempo, vem denunciando a falta de bibliotecas nas escolas e a precariedade das poucas que existem, situação comprovada por diversos estudos.

No entanto, nota-se que a lei não assume o conceito de biblioteca escolar aceito pela comunidade acadêmica e pelas organizações que se preocupam com o caráter educativo da biblioteca como espaço de aprendizagem. Particularmente, gosto muito do que diz as Diretrizes da Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA) para a Biblioteca Escolar porque ela é mais abrangente que a lei, pois nos apresenta a ideia do espaço cuja organização e funcionamento precisam ser entendidos,  mas sobretudo deve ser um espaço que precisa ser apreciado.

Biblioteca escolar é “um espaço de aprendizagem físico e digital, onde a leitura, o questionamento, a pesquisa, o pensamento, a imaginação e a criatividade são centrais para conduzir o estudante na sua trajetória da informação para o conhecimento, em direção ao seu crescimento pessoal, social e cultural (IFLA School
Library Guidelines, 2015, p. 16).

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Cover Art Archive: um imenso arquivo on-line de capas de discos

Internet Archive Cover Art 01

O projeto Cover Art Archive visa disponibilizar imagens de capas de álbuns e singles ao público “de uma forma organizada e conveniente”. Iniciativa do site de metadados de música MusicBrainz e o arquivo de conteúdo online Internet Archive.

Acesso em: https://archive.org/details/coverartarchive&tab=collection

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E se efetivamente tivéssemos bibliotecas públicas?

Tive um sonho onde existia um site da Biblioteca Pública do Estado do Amazonas e estava congestionado porque os pais de alunos queriam se registrar e ter um cartão da biblioteca (nem sei se ainda existe o cartão atualmente). Mas por qual motivo? Basicamente para economizar e garantir entretenimento e lazer sem gastar muito mais além dos milhares de impostos que já pagam anualmente.

Carteira de usuário. Biblioteca Pública do Amazonas. Disponível: http://noamazonaseassim.com.br/biblioteca-estadual-do-amazonas/

Certamente se as bibliotecas públicas brasileiras fossem efetiva em cumprir o seu papel bem mais além do empréstimo de livros, elas seriam atrativas às comunidades.

Trabalharemos aqui com a situação hipotética (mas não utópica, porque já há casos aqui no Brasil), onde o cartão de biblioteca oferece acesso gratuito não só a livros, mas também a livros eletrônicos, CDs, DVD e videogames, bem como espaços para artistas que estimulam a criatividade e os computadores que contêm valiosas ferramentas de pesquisa, como bancos de dados e arquivos de revistas e jornais.

Lindo né?! Para aqueles que não têm acesso a computadores em casa, uma biblioteca é um recurso essencial. Este espaço oferece recompensas ricas em desempenho acadêmico e aprendizagem ao longo da vida. Eu acredito e conheço casos concretos presentes no livro Memórias Literárias, organizado pela amiga Prof. Dra. Evany Nascimento um livro de relatos dos alunos e as relações e as experiências que os indivíduos possuem com o livro, com a literatura e as bibliotecas desde os primeiros livros que leram até a chegada na universidade.

memórias literárias.jpg

Pensar a biblioteca como um espaço de convivência, proporcionado eventos que vão desde momentos como a contação de histórias para bebês, ou histórias musicalizadas, bate-papo informativo, oficinas e cursos. Atividades que proporcionem desenvolver  talentos, habilidades ou interesses especiais.

Seria bem interessante oferecer incentivos, como ocorre com os clubes e associações onde poderiam oferecer brindes como sacolas e livros para os usuários assíduos ou aos novos membros. As empresas locais poderiam propor parcerias com as bibliotecas, oferecendo recompensas como descontos aos que mostram o cartão da biblioteca.

Realmente as bibliotecas podem ajudar a economizar uma grana ao fim do mês. Eu, por exemplo, poderia emprestar em vez de comprar um livro ou um joguinho novo. Imagina, quanto nós poderíamos economizar durante o ano?

O primeiro passo é aceitar que a biblioteca não é lugar apenas para livros. O segundo passo é ver o interesse dos atores: governo, gestores e bibliotecários em promover esses tipos de ações. O terceiro, é a comunidade compreender que ela faz parte, e esses locais são construídos para ela, portanto, devem ocupá-los, fazer o bom uso.

 

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