Serviço de informação sobre mercado de trabalho para as comunidades afrodescendente e LGBTTIQ no Brasil

Esta semana eu estava ouvindo um podcast bem interessante @podcastestamosbem e abordava questões referentes ao trabalho: inserção e ambiente de trabalho. Numa das falas me fez pensar numa questão que pode ser tratada a partir da perspectiva da Biblioteconomia Social especialmente na área de pesquisa do colega bibliotecário argentino Júlio Díaz-Jatuf o qual difunde amplamente estudos sobre acesso e uso das fontes de informação para  as comunidades LGBTTIQ (Lésbica, Gay, Bissexual, Transsexual, Transgênero, Intersexual, Queer).

Há normas nacionais e internacionais que estabelecem a responsabilidade de
diversas atrizes sociais, inclusive nas empresas, pela garantia de direitos humanos. No entanto, a responsabilidade social corporativa isolada não é suficiente para
proteger os direitos humanos, devido ser um processo de recrutamento e seleção permeado de métodos e técnicas mas mediado em parte por pessoa carregadas de crenças e valores subjetivos, devendo as empresas ir além para serem efetivas na oferta de empregabilidade de modo igualitário e favorecendo a redução das taxas de vulnerabilidade econômica e social para determinados grupos.

É verdade que ainda existem muitas brechas informativas e digitais em muitos cidadãos, sobretudo aqueles que encontram-se em contextos desfavoráveis ou que não conseguem ser atingidos pelas políticas públicas de informação, cidadania e inclusão.

Desta forma, vou elencar dois canais que tomei conhecimento:

  • EmpregueAfro – Empregabilidade para negros. É uma empresa de consultoria em Recursos Humanos focada em diversidade étnicoracial. A proposta da empresa é diminuir a taxa de talentos ofuscados pelo racismo, promovendo a igualdade no mercado de trabalho.
  • Transempregos – Empregabilidade para pessoas transgênero no Brasil. Possibilitando o acesso a oportunidades de trabalhos dignos e que lhes garantam os direitos trabalhistas como quaisquer outros cidadãos. Considerando que o preconceito e a falta de informação dos empregadores faz com que 90% das pessoas trans acabem trabalhando com prostituição ou salões de beleza, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (ANTRA). Não existem dados estatísticos sobre o número de transexuais, travestis e transgêneros empregados no mercado de trabalho brasileiro. “As travestis mulheres e homens trans que estão no mercado de trabalho não estão registrados com essa identidade de gênero. A maioria está registrada com o nome do seu RG”, afirma Keila Simpson, vice-presidente da ABGLT e presidente da ANTRA.

Penso que estas duas ferramentas podem auxiliar de alguma forma para que estes segmentos possam ser inseridos no mercado de trabalho formal e ampliar a diversidade dentro das empresas. Seria interessante o Sistema Nacional de Empregos (SINE) – coordenado pelo Ministério do Trabalho implantar ação similar dentro do Portal Emprega Brasil.

Espero que os colegas bibliotecários que desenvolvem Serviços de Informação para Comunidade (SCI) possam utilizar e difundir  uma vez que temos um amplo cenário de compromissos para cumprir e compartilhar. Se souberem de mais ferramentas, projetos ou coisas do tipo, deixa um comentário aqui. 😉


Oportunidade de capacitação gratuita:

Escola do Trabalhador

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Projeto que oferta qualificação profissional aos trabalhadores por meio de cursos feitos pela internet. Ela nasceu da constatação de que muitos trabalhadores desempregados não estavam conseguindo se colocar no mercado por falta de qualificação. É uma parceria do Ministério do Trabalho com a Universidade de Brasília (UnB).

  • Os cursos são gratuitos e podem ser acessados de qualquer computador do Brasil por qualquer trabalhador no endereço: http://escola.trabalho.gov.br
  • 50 cursos (divididos por eixos temáticos) definidos a partir do estudo do mercado de trabalho levando em conta as áreas onde há maior necessidade desses profissionais e falta qualificação.
  • Não há pré-requisitos para cursá-los.
  • Não existe escolaridade mínima exigida.
  • Os conteúdos serão compostos de textos, vídeos e jogos.
  • Emite certificado de participação.
  • Os cursos ficam disponíveis no site para todas as pessoas que desejarem se qualificar, mesmo que estejam empregadas.
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Servindo imigrantes e refugiados em Bibliotecas Públicas: a marca da ausência

 

 

Mudar de país não é uma tarefa fácil. O processo de imigração é economicamente importante ou nem tanto como tem ocorrido com a recepção dos imigrantes venezuelanos nos Estados de Roraima e Amazonas. O choque de culturas distintas, pode ocasionar atritos.
 

O processo migratório dos venezuelanos possui uma característica particular motivada pela crise política, econômica e social permeia aquele país neste momento. Fazendo que muitos venezuelanos iniciem o êxodo imigratório para outros países em busca de melhor qualidade de vida para suas famílias.

Emerge a necessidade de serviços para os imigrantes , tanto para o trabalho tradicional de bibliotecas – desenvolvimento de coleções em vários idiomas e aulas de português – quanto para serviços que enfocam direitos civis, engajamento cívico e justiça social. A biblioteca pode sim oferecer um espaço seguro e não político para ajudar imigrantes e refugiados a descobrir a melhor forma de se integrar ao Brasil.



Project Welcome (Projeto Bem-vindo) desenvolvido pela Mortenson Center for International Library Programs (Centro Mortenson para Programas de Bibliotecas Internacionais )


De imediato, eles precisam de alguém que fale sua língua quando eles mais precisam de ajuda. A biblioteca pública pode apoiar a organização de uma comunidade que está sendo construída no Estado quanto a geração de recursos. Uma metodologia que achei bem interessante de ser replicada é o Project Welcome (Projeto Bem-vindo) desenvolvido pela Mortenson Center for International Library Programs (Centro Mortenson para Programas de Bibliotecas Internacionais )em parceria com a American Library Association (ALA), para ajudar as bibliotecas que desejam fornecer programas e serviços para imigrantes que vivem em comunidades dos Estados Unidos para atender às necessidades de informação dos refugiados e requerentes de asilo, a fim de apoiá-los e capacitá-los em seu processo de reassentamento e integração.

 

Parceiros e atividades

As organizações sem fins lucrativos e agências municipais para oferecer serviços e responder a perguntas sobre tudo, desde moradia até redação do currículo.

A maioria dos serviços identificados em Bibliotecas que oferecem este tipo de serviço compreende em ajudar pessoas a preencher formulários, mas também oferecem informações sobre direitos à moradia e apoio na abertura de pequenas empreendimentos.

Passo a passo

1. Conhecer os dados demográficos

Quem e quantos são os imigrantes e refugiados em sua comunidade? Em que região estão vivendo?

2. Encontre parceiros internos e externos

Parcerias ajudam a trazer serviços para que sua equipe não precise fornecer tudo.

Estamos conscientes de que em muitos casos faltam espaços para acervos de livros e mesmo há a ausência de bibliotecários. E algumas outras vezes temos os recursos e os subutilizamos.

Apoio para venezuelanos em Manaus

Apesar de não ser uma biblioteca atuando como protagonista é bom saber que em meados de dezembro de 2018 foi inaugurado um Centro de Apoio e Referência a Refugiados e Migrantes (CARE), promovido pela ADRA Brasil Regional Amazonas em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA), a União Europeia e a Prefeitura de Manaus.

Inicialmente são oferecidos serviços de ligações internacionais gratuitas, agendamento para a solicitação de refúgio, atendimentos jurídicos, assistência social, aulas de português e acesso gratuito à internet.

Projeto CARE (Centro de Apoio e Referência a Refugiados e Migrantes)-  Núcleo de Desenvolvimento de Manaus, Av. Maués, n. 120 – Cachoeirinha.

Contato
Fernando Borges – comunicacao.am@adra.org.br +55 92 99329-0087

 

Dicas para incentivar as crianças a ler durante as férias

As férias são realmente importantes para descansar e brincar depois de um ano escolar intenso, mas isso não significa que as crianças tenham de se afastar completamente de tudo aquilo que envolva aprendizagem. Neste caso, concordamos com os pedagogos, psicopedagogos e educadores em geral, que este deve ser um processo contínuo.

Como bibliotecário sei que as bibliotecas públicas municipais (poderiam e deveriam) organizar nesta época diversas atividades e oficinas que envolvem os livros e a leitura, pelo que pode ser uma boa opção para estimular na criança o hábito da leitura como fonte de aprendizagem e de lazer. Podem, por exemplo, realizar clubes de leituras, hora do conto – sendo viabilizadas por meio de parcerias com editoras, autores locais ou buscar voluntários e participantes de associações de moradores ou que tenham interesse em compartilhar histórias.

Como isto não é uma realidade no cenário amazonense, fica a minha dica a vocês para que possam explorar o potencial criativo e encontrar inciativas variadas sem gastar muito dinheiro e fazendo em casa mesmo, considerando que nesta época do ano estamos no inverno amazônico com muitas chuvas que podem acabar estragando passeios ao ar livre. Há possibilidades além do vídeo-game, do computador e da tela do celular ou tablet, sim!

Durante o período de férias pode encontrar um momento de estimular aprender coisas novas de forma muito divertido e prazerosa. Há muitos livros de atividades no mercado e que não só ensinam uma coisa ou outra mas também entretêm, envolvendo a criança em algo construtivo nos momentos de lazer.

Para crianças que já dominam bem a leitura, histórias de aventuras ajudarão a transportá-las para outros mundos e a envolvê-las, estimulando-lhes o lúdico e a imaginação, o que é igualmente um bom exercício mental.

Eu particularmente gosto bastante de indicar livros mais práticos, principalmente quando dá pra reunir vizinhos, primos ou um grupo de criança. Neste caso uma boa opção é apresentar-lhes livros sobre invenções, viagens ou história e ciência. Normalmente dá até pra promover uma gincana ou fazer experiências.

A seguir, deixo sugestões de livros, de modo ilustrativo e não exaustivo e recomendações das editoras que publicam materiais deste tipo e que eu gosto bastante.

Sugestões de livros


O Pequeno Príncipe: Jogos, Atividades e Trechos de Fábula, Editora Coquetel

Onde Estão… os Dinossauros? , Editora Girassol.

Editoras com livros interativos

Existem muitas opções, isto varia de acordo com o perfil do seu pupilo. As 3 melhores editoras que possuem livros publicados estão abaixo. Como não são brasileiras a melhor forma é adquirir pelos sites das livrarias nacionais, que inclusive já estarão em língua portuguesa brasileira:

Editoras de livros de literatura – Clique em cima e acesse os catálogos de literatura infantil

Lembrem-se:


Ler nunca deve ser um castigo. A intenção é manter os pupilos ativos, mas também deixá-lo descansar e divertir-se. Ou seja, a rotina de leitura não deve ser imposta, mas proposta de forma leve e não rígida, permitindo fluir como uma feliz opção e não uma obrigação. Ler, brincar e se movimentar são atividades essenciais para o desenvolvimento das habilidades das crianças.

PublishNews já aponta mais vendidos do ano

Litherarium

Como já é costume, na última newsletter do ano, a PublishNews mostra quais os livros que fecharam o ano entre os mais vendidos nas 12 livrarias que compõem a Lista dos Mais Vendidos . Mas antes, vale dizer que a lista dessa semana apresentou um aumento de 15% nas vendas na comparação com a da semana passada e trouxe nove novidades. Entre elas, está o novo livro do padre Reginaldo Manzotti, que em 2017 foi o autor mais vendido com o seu Batalha espiritual(Petra). Dessa vez, ele estreou na lista, no finalzinho do ano e já na quinta posição da Lista Geral com O milagre da manhã com Deus (Petra), que vendeu 3.775 exemplares.

Mais vendidos 1

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10 idéias fáceis de uso do instagram para bibliotecários

Você precisará de um telefone com câmera e internet (claramente do aplicativo instagram, que é gratuito, instalado no telefone). As ideias aqui, na verdade se aplicam a todas as bibliotecas, mas direcionado para a biblioteca escolar, visto que sei da existência de colegas que atuam em biblioteca escolar  promovendo atividades tão legais, mas não procuram dar visibilidade às mesmas, isto é triste porque poderiam seguir estimulando e motivando muitos outros tantos profissionais ao divulgar o trabalho na rede mundial de computadores.

Explore sua criatividade e habilidades para fazer gráficos, escrever textos, tirar fotografias. Se esforcem para fazer um trabalho legal. Bibliotecários podem fazer qualquer coisa quando se dedicam a isso!

 Cada post do Instagram pode ser postado na conta do Twitter, Facebook, Flickr, Tumblr, caso a biblioteca também tenha conta/ perfil nessas ferramentas.

bookselfie-flickr

Mas qual será o foco das minhas postagens?

Calma, aqui estão algumas sugestões do que pode ser postado. Lembre-se que seu foco será na grande maioria das vezes as temáticas: biblioteca, livro e informação. Seguem:

  • Mostrar as novas aquisições da biblioteca;
  • Fotos de exposições e atividades que a biblioteca organiza ou participa.
  • Divulgar livros mais lidos ou mais procurados;
  • Promoção projetos  –  Tem uma ótima história para contar? Quer divulgar um evento? Tem algo inovador na biblioteca? Uma área de Makerspace? Que tal um encontro com o escritor? Promova ou compartilhar esse programa usando o Instagram. Os eventos se tornam motivo de diversão desde o momento de divulgação.

Makerspace é um espaço comunitário equipado com ferramentas para a criação de projetos e trabalhos. Estes espaços para além de disponibilizarem o acesso a tecnologias e ferramentas, potenciam também a partilha de conhecimento e criação de sinergias, com foco na criatividade e inovação. 

Por fim, conforme prometido, aqui estão as 10 ideias:

Basicamente, a chave do sucesso estará no uso de # (hashtags), isto pode parecer óbvio, mas não custa nada repetir. Vamos lá, algumas dicas que poderão ajudá-l@s na hora de criar uma nova conta  para sua biblioteca: 

  1. Mini visita virtual da sua biblioteca e seus recursos. Seja criativo, faça os vídeos curtos de até 60 segundos. Para ficar mais interessante, adicione música, use ângulos interessantes e mostre a sinalização ou sobreponha textos.
  2.  Vídeos –  utilize o aplicativo Flipagram é um ótimo aplicativo de edição de vídeo que permite que você inclua desenhos animados, texto sobrepostos, adesivos e músicas populares e
  3. Promoção do livro – Publique videos de até 60 segundos, você pode facilmente criar promoções de livros atraentes ou mini-anúncios de livros usando o Instagram. Considere o tema, a configuração ou os caracteres de um livro e crie um quadro para uma sessão de fotos. As promoções de livros de vídeo podem ser encenadas como mini-comerciais, trailers ou como palestras de livros. Considere levar alguns livros favoritos em uma viagem e faça fotos deles fora da biblioteca.
  4. Exibição interativa – Use um canto da biblioteca e deixe post-it .Faça com que os pequenos escrevam uma nota rápida sobre o que eles gostaram sobre o livro e coloquem para que outras crianças o leiam. Poste no Instagram uma foto dessa nota para a posteridade e para que outros pequenos digitais possam vê-la.
  5. Capture a leitura – Tire uma foto dos usuários e pergunte se está tudo bem postar no Instagram. OU, peça para pousarem.  Capture momentos de leitura por prazer, ou relaxamento.
  6. #shelfies (prateleiras/estante) – Como uma selfie, mas com um livro. Peça aos usuários que  segurem o livro que acabaram de emprestar ou que estão devolvendo a biblioteca, eles são chamados de shelfies. Certamente se o seu público é de adolescentes a maioria vai  adorar exibir o livro mais recente e até mesmo querer ser marcado na foto! 
  7. #bookface – capas de livros que apresentam rostos ou parte de rostos, ou costas, ou pernas, ou braços são ótimos para segurar e levar para o que agora é chamado de uma imagem #BookFace. Mistura parte do corpo da pessoa com a arte da capa.
  8. #livrosdevolvidos – Empilhe os livros mais populares que foram devolvidos no dia e tire uma foto, sugerindo-os como leitura para os seguidores.
  9. Concursos – Realize um concurso com a comunidade! Dá uma oportunidade para as pessoas entrarem em contato, responderem a perguntas e interagirem com a biblioteca.
  10. #tbt  – Tbt significa throwback thursday, ou quinta-feira do retorno/regresso. Semanalmente você pode postar fotos de anos anteriores, seja das ações ou fatos interessantes da biblioteca.

 

 

 

Leia estas orientações para tirar as fotografias e evitar possíveis repercussões negativas

Este tema pode parecer um pouco complexo demais, mas não conhecê-lo pode acarretar em problemas sérios para sua fotografia. Com o crescimento da internet fica muito fácil cometer algum deslize jurídico mesmo sem esta intenção, o que pode custar muito caro para sua carreira e bolso.

  • Entre direitos e deveres do fotógrafo e do indivíduo capturado nas imagens, vale ressaltar a importância da leitura.
  • Como sempre, o dialogo é a melhor saída para evitar desentendimentos e brigas judiciais sérias e não custa nada informar-se mais a fundo sobre este tema e garantir seus direitos e deveres, não é mesmo?
  • Quando o  seu público de usuários for crianças ou menores de idade, informe aos pais que trata-se de uma fotografia ou um projeto da biblioteca e a peça autorização para utilização da imagem  e esclareça as formas e locais de exposição, distribuição.

 

Deixe o seu comentário sobre este artigo ou esclareça mais alguns pontos sobre direitos autorais e de imagem no campo de comentários abaixo. Será incrível ter a sua contribuição para enriquecer ainda mais este conteúdo.

 


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Brasileiros incrementam a compra de livros usados

Livros e automóveis são os produtos usados mais adquiridos nos últimos 12 meses, revela estudo da CNDL/SPC Brasil de setembro

livros-usados

Com a economia em processo de recuperação, o mercado de produtos usados pode ser a oportunidade para quem planeja economizar na hora das compras e também para os que desejam se desfazer de objetos pessoais e ainda lucrar com isso.

O ranking de objetos usados mais adquiridos ao longo dos últimos 12 meses é encabeçado pelos:

  1. livros (54%)

  2. automóveis e motos (43%)

  3.  eletrônicos (38%)

  4.  móveis (38%),

  5. smartphones (36%)

  6. eletrodomésticos (36%)

diminuir gastos e poupar é um dos objetivos da maioria das pessoas que optam pela aquisição de produtos usados.

Causas e crenças

  • A maioria dos entrevistados acredita que, para determinados itens comprados nos últimos 12 meses, não é preciso comprar um produto novo para estar satisfeito com o seu uso.
  • Entre os entrevistados que compraram algum livro nesse período, 76% acreditam que vale mais a pena adquirir um exemplar usado do que um novo.
  • 65% calcularam o tamanho da economia de dinheiro com compra e venda de usados e 92% acham que atitude é vantajosa financeiramente.

Na avaliação do educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, o mercado de usados vem ganhando cada vez mais espaço graças aos marketplaces, que são comunidades ou plataformas online de compra e venda que concentram diversas lojas e marcas em um mesmo local.

A pesquisa

A pesquisa ouviu 824 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais do país e acima de 18 anos. A margem de erro é de no máximo 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

via Brasileiros incrementam a compra de livros usados


Link para acessar a pesquisa completa:

https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/pesquisas/filtro/busca/livro


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Drag queen na biblioteca: seria possível aqui no Brasil?

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Imaginem o seguinte cenário: Uma fila de meninas e meninos, muitos vestidos com trajes de princesa ou fada e espremidos na Galeria de Arte da biblioteca, gritaram de volta em concordância. Do lado de fora da galeria, mais de cem pais e apoiadores que não conseguiam se encaixar no espaço esperavam.

Foi exatamente assim que aconteceu, tudo isto para participarem da Drag Queen Kids Party na Biblioteca Pública de Olean (cidade localizada no Estado americano de Nova Iorque, no Condado de Cattaraugus).

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Flo Leeta (@floleeta) animou parte da festa da biblioteca  por quase duas horas. Ela leu dois livros e dublou  “Let It Go” da Disney “Frozen”, e também “Cover Girl” de RuPaul. Ela então fez uma breve apresentação sobre gênero, durante a qual ela passou por um pouco da história feminina, e moda masculina e tentou explicar conceitos como fluidez de gênero.

“Você sabe como a água se move e não é uma forma? É assim que algumas pessoas são ”, disse ela, diante de uma projeção colorida de“ The Gender Spectrum ”.

O evento foi parte dos esforços da biblioteca para destacar o Pride Month para a comunidade lésbica, gay, bissexual, transexual e gay. Flo Leeta respondeu a perguntas tão simples quanto o tempo que levou para fazer sua maquiagem – duas horas e meia – e tão complexo quanto explicar o que é um bioqueen – uma drag queen que é uma mulher, que é diferente de um homem que retrata uma mulher como uma drag queen tradicional.

“Foi exatamente como em nossos sonhos”

Fala da a diretora da Olean Public Library, Michelle La Voie se referindo ao apoio da comunidade.

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Planejamento e gerenciamento de crise

Durante duas semanas antes do evento, a equipe da biblioteca recebeu muitos comentários negativos on-line, pelo telefone e pessoalmente. Eles também foram informados de que haveria um protesto no evento, que deveria incluir neonazistas – embora nenhum tenha aparecido na quarta-feira.

La Voie disse que ela e outros funcionários da biblioteca ficaram inicialmente muito desapontados com a negatividade em torno de sua decisão de sediar um evento de drag queen direcionado a crianças, e ela estava nervosa com o fato de as coisas ficarem fora de controle.

Mas sua atitude foi revirada pelas dezenas e dezenas de apoiadores que apareceram e pelos aplausos das crianças quando Flo Leeta perguntou se queriam que ela voltasse. “Não é como se minha fé fosse restaurada – é como se eu tivesse uma visão totalmente diferente dessa comunidade”, disse ela.

Aqueles que vinham como apoiadores – que ficavam em frente ao prédio três horas antes do evento – conversavam entre si enquanto usavam coisas como pinturas de arco-íris no rosto e alfinetes e camisetas pró-LGBTQ.

“Eu tenho duas mães e arrasto, e para mim é uma coisa enorme para alguém entrar na minha vida e dizer que está errado. Porque não é – é assim que vivemos nossas vidas ”.

SaJean Webb, 17 anos, saiu com sua família de Wellsville para apoiar a biblioteca depois de saber que haveria protestos. Informou ainda que estava feliz em ver a biblioteca realizar um evento especificamente para crianças com informações positivas sobre a comunidade LGBTQ.

Segurança

Embora um líder da Pensilvânia do National Socialist Movement tenha declarado publicamente que a organização estaria no evento, eles não compareceram. Autoridades policiais e de bibliotecas também disseram que não viram manifestantes do grupo neonazista na biblioteca na quarta-feira.

Os protestos permaneceram pacíficos, o que La Voie atribuiu à forte presença de policiais e simpatizantes. Cerca de oito policiais oleanos estavam presentes, incluindo o chefe de polícia Olean, Jeff Rowley, e um oficial da Polícia do Estado de Nova York.

No canto noroeste da biblioteca, do outro lado do estacionamento, de partidários, um grupo de menos de 10 manifestantes se reuniu com cartazes que incluíam declarações como:

“Deixe nossas crianças em paz!” E “Mantenha as crianças inocentes”. –

O manifestante Jonathan Smith, de Olean, questionou por que Flo Leeta estava aparecendo em seu traje de performance e não como um artista masculino Benjamin Berry, que traz o personagem à vida . Smith escreveu uma carta ao editor do Olean Times Herald contra o evento de leitura da drag queen na biblioteca, e disse que ele era especificamente contra uma organização financiada por fundos públicos que a hospedava.

“Se você quiser ler um livro de histórias para crianças, venha e faça”, disse ele no protesto. “Mas ele está sendo político como uma drag queen e isso já é uma coisa sexual, então isso adiciona um sabor sexual ao conceito de leitura de livros de histórias.”

 


Algumas considerações

Penso que a ideia é positiva no ponto de vista de trabalhar questões da bibliodiversidade, diversidade cultural e questões de gênero bem como o respeito ao próximo. Somado a isto, é super válido porque permite explorar o potencial artístico das dragqueens. Eu não consigo concordar com os posicionamentos que pude ler em algumas matérias que explicitavam que este tipo de atividade possui a  intenção de sexualizar e principalmente homossexualizar a sociedade.

Diante desta matéria gostaria de saber de vocês como leitor, como usuário de bibliotecas, como bibliotecários ou gestores de salas de leituras, projetos de promoção da leitura ou similares, o que pensam a respeito? Já li sobre casos do tipo nos Estados Unidos e na Suécia, mas nenhum caso brasileiro ou na região da América Latina e Caribe. Caso conheçam, por favor, compartilhem. 

Acreditam que esta prática poderia ser viabilizada? Gostaria muito de saber a opinião de vocês. 

 

Fonte inspiradora deste post: 

 

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Você trabalha em biblioteca escolar? Conheça o “Leitômetro”, uma proposta para estimular a leitura dos usuários de forma divertida.

 

 

 

Certamente a biblioteca escolar pode expandir sua atuação e ir para as sala de aula, transformando o espaço de ensino e aprendizagem ainda mais alegre e motivador. Esta ação favorece a aproximação dos alunos leitores (e dos não leitores também). Você, colega bibliotecário, poderá promover esta ação no próprio espaço da biblioteca ou em parceria com os professores.

Esta atividade pode ser recomendada para as séries iniciais, especialmente escolas com séries iniciais.

Como realizar a atividade

  1. Primeiramente, certifique-se de selecionar livros que sejam suficientemente atrativos e simples para estimular que sigam lendo: histórias, livros de enigmas e poesia, quadrinhos, enciclopédias para crianças, etc.
  2. Peça ao professor que identifique um canto na sala e que esteja arcado com cartaz alusivo ao leitômetro.
  3. Um dia por semana será estabelecido para a mudança de livro com cartaz informativo e visível colocado nesse espaço.
  4. Os empréstimos de livros semanais serão feitos para os alunos lerem em casa. Mas ainda pode ser solicitado ao professor que permita aos alunos realizarem a leitura em seu tempo livre na sala de aula, uma vez que tenham terminado o dever de casa.
  5. Cada aluno manterá um registro dos livros lidos em seu cadastro individual de usuário da biblioteca além do registro no leitômetro ou  para gamificar mais ainda, pode ser feito o passaporte da leitura.
  6. Cada aluno recebeu o seu Passaporte da Leitura, coloca a sua foto e seus dados pessoais na folha de identificação e recebem seus vistos de viagens pelo mundo da leitura e imaginação sempre que finalizar uma leitura.
  7. Pode ser coordenado com o professor o pedido aos alunos, que em algum dia da semana possam contar oralmente o conteúdo e/ou expressar sua opinião obre o livro, usando algum tipo de código (exemplo: estrelinhas).
  8. Como incentivo, a biblioteca poderá emitir ” diplomas para os melhores leitores” por bimestre, semestre ou conforme o projeto pedagógico.

file  Clique aqui para baixar e imprimir os materiais de apoio da atividade proposta

file Aqui tem os cartazes com as normas do leitômetro

Lembrando que aqui são sugestões, vocês podem e devem adaptar à realidade na qual atuam. Espero que possam por em prática. Eu ficaria muito contente em saber se puderam executar ou se já executam. Comentem e podem enviar fotos para o meu e-mail também.

 

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Conselhos de branding para bibliotecários: dicas para criar a sua marca pessoal

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Que o marketing se aplica a todos os lugares, isto ninguém duvida. Inclusive para nós como bibliotecários, ele pode ser muito útil para nos projetarmos no mercado de trabalho. Pensando nisto, hoje trago algumas ideias sobre uma ação de marketing que pode ser utilizada a nosso favor, o branding: uma ação de marketing. Segundo os profissionais do marketing, o brand/branding seria:

Uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização.

É possível que já tenhamos nos deparados com algumas das situações a seguir:

  1.  O mercado de trabalho ainda não sabe quem eu sou ou o que eu faço;
  2.  Ingressei no mercado de trabalho, mas ainda não possuo um posicionamento concreto dentro dele e tenho a sensação de estar “perdido” na carreira;
  3. Conheço o meu potencial e habilidades, mas ainda não aprendi a mostrar para o mercado como sou diferente dos demais profissionais na minha área.

“Quem não é visto,não é lembrado” (ditado popular)

Estou certo? Isto tem a ver com branding que é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca (eu) importo e fazer com que um potencial consumidor me perceba enquanto profissional como a única solução para o que ele busca e principalmente atrair esses consumidores para mim. Note: tem a ver com percepção. Lembram daquele ditado “Quem não é visto,não é lembrado”? Faz muito sentido aqui. Pensando nisto, sugiro que mostrem o seu valor como profissional bibliotecário. Mas é preciso que você não se esconda dentro de uma biblioteca ou atrás do balcão de referência. Considere investir tempo (E talvez algum recurso) para criar a sua presença digital, o seu desenvolvimento pessoal e sua rede de relacionamentos.

As três facetas da marca pessoal do bibliotecário são o nível de educação, competências e interesses. O gráfico a seguir ilustra a importância dessas três facetas essenciais na modelagem das características do bibliotecário como uma profissão significativa para os usuários e para a sociedade.

Quadro branding pessoal para bibliotecários

Fonte: Adaptado de BAHARUDDIN; KASSIM (2014)

amor-pela-biblioteconomia2
O amor é um elemento importante nesta equação de marca pessoal. É sobre estar
amando a si mesmo … amando os outros e amando o que faz. ” (RAMPARSAD, 2008, p.34, tradução nossa)

 

Como criar a sua marca? Que conselho de branding você sugere? 

 

Quem é você?

Primeiro, pense em como você quer ser percebido e onde você quer ir com sua carreira. Eu acredito e o que gosto de vender é: “Eu sou bibliotecário e sou a pessoa que sabe onde está a informação”. Podemos criar um estereótipo positivo, com algumas personalizações. Pense em que você pode ser útil ao outro. Quais são as habilidades que você tem e que pode contribuir para solucionar o problema do próximo.

Tenha boas ideias e atitudes positivas

Faça o que você é bom! Não adianta querer fazer isto ou aquilo pensando apenas na rentabilidade da coisa. Concentre-se em seus talentos e no que você gosta. Só é feliz quem faz o que gosta.  O sucesso de sua marca pessoal expressa seus pontos fortes. Invista em potencializá-lo, estimule criação de novas ideias a partir do pensamento e atitude positiva. Você atrairá muita coisa boa.

Seja foda no que você faz

Normalmente é usada a expressão: “seja bom no que faz” mas não teria a mesma expressividade que quero neste momento. Está intimamente ligado ao tópico anterior. Isto poque se você segue investindo em aperfeiçoamento profissional, com o passar do tempo, à medida que apresenta excelente trabalho,  ganhará uma reputação por fornecer um excelente serviço, a notícia se espalhará e essa boa reputação encorajará outros a buscar por você e a usar os seus serviços.

Conheça o seu público

Você é visto por públicos distintos e que podem ter mensagens diferentes de como você se apresenta. Normalmente minha marca como bibliotecário será reconhecida e usada por estudantes, instrutores, pesquisadores, docentes, colegas, gestores de biblioteca e talvez outras pessoas.  Não seja uma boa ideia mostrar um rosto diferente para cada público, no entanto, considere adequar a mensagem que você deseja enviar a cada grupo e como essas mensagens podem se complementar. 

Cuide da sua apresentação pessoal

O aumento de sua confiança é o que a marca pessoal pode fazer. No trabalho, eles são a marca e sua aparência é o seu logotipo pessoal. Além disso, a marca pessoal pode aumentar a visibilidade do bibliotecário. Para aumentar sua visibilidade, experimente usar algo com cores vivas.

Tenha um Site/Blog/Portfólio

Construa relacionamentos virtuais. Para ser visto e  “recuperável” pelo Google. Possíveis empregadores irão pesquisar lá.  É mais prático buscar na internet referências sobre o que buscamos. Se temos um bom posicionamento online fica fácil despertar interesse para que nos busquem pra  conversar e  encontramos pessoalmente. Considere criar um perfil no Linkedin, um site, blog, instagram profissional e informe o que você pode fazer.

Pesquise por si mesmo no Google com frequência

No modo anônimo (ou como visitante, dependendo do seu navegador) busque pelo seu nome e veja se você aparece e como aparece. Ora, se não aparece nada, pode ser preocupante pois se eu não possuo meu nome no Google, estou perdendo oportunidades. Os dias das primeiras impressões que começam com um aperto de mão acabaram e agora a pesquisa do Google costuma ser o primeiro lugar em que as pessoas procuram informações publicadas sobre você. Leia mais ou busque ajuda profissional para orientá-lo quanto ao Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca).

Seja oferecido!

Não menospreze o trabalho voluntário. Nele, embora não seja uma parceria que envolva troca financeira, pode ser uma porta para futuros clientes e ainda para aumentar sua rede de contatos. Se ofereça para fazer palestras, treinamentos, organizar acervos pequenos de igrejas, associações de bairro, etc.

Se você está formado há algum tempo e não consegue se inserir no mercado de trabalho, crie a oportunidade. Seja através de empreendedorismo, ou quem sabe desenvolvendo um trabalho voluntário, ou ganhando um pouco menos, pode ser altamente estratégico –  pense a longo prazo.

Lembre-se duas coisas: 1)As vezes é preciso perder para ganhar. 2) Estabelecer uma reputação consistente não acontece rapidamente. Logo, você precisa estar fazendo suas próprias oportunidades.


gratidão ao universo - bibliotecário - manaus

Quando os bibliotecários não parecem proativos, eles inadvertidamente retratam uma imagem que pode prejudicar sua própria capacidade de relevância. Na pior das hipóteses, um bibliotecário de referência passivo ou conservador pode ser visto como aquele que desempenha pouco mais que os deveres administrativos. Ou ainda uma considerado exigente e ligado a regras. Certamente não é isso que queremos, não é mesmo? Então seguindo o estilo de vida da colega, também bibliotecária Katty Anne Nunes “Thi, fala para o universo que ele te devolve”. Vamos mentalizar o estereótipo com efeito positivo (E que já existe na mente de algumas pessoas):

 Bibliotecários também são prestativos, atenciosos e inteligentes.

 

Espero que as dicas tenham sido válidas a vocês e que possam aplicá-las para a construção da marca pessoal como profissional.  Estejam certos de que esta é uma tentativa  importante de gerenciar ou controlar o que as pessoas pensam de nós bibliotecários e ampliar os traços positivos. Mando boas vibrações a vocês. Se quiserem compartilhar a experiência pessoal de vocês, deixe seu comentário. Ficarei contente em ler e trocar ideias.

 

Referências
RAMPERSAD, Hubert K.. A new blueprint for authentic and successful personal branding. Performance Improvement, Estados Unidos da América, v. 6, n. 47, p.34-37, 11 abr. 2008. Disponível em: <https://doi.org/10.1002/pfi.20007&gt;. Acesso em: 04 abr. 2018.
BAHARUDDIN, Mohammad Fazli; KASSIM, Norliya Ahmad. Conceptualizing Personal Branding for Librarians. In: VISION 2020: SUSTAINABLE GROWTH, ECONOMIC DEVELOPMENT, AND GLOBAL COMPETITIVENESS, 23., 2014, Valencia (Espanha). Conference Paper. Valencia (Espanha): Ibma, 2015. p. 38 – 44. Disponível em: <https://www.researchgate.net/publication/281481121&gt;. Acesso em: 04 abr. 2018.

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